segunda-feira, 23 de maio de 2011
Acho que passei tempo demais, escrevendo mentalmente. Escrevi todos os dias que eu estive longe daqui, escrevi só pra mim. Ando egoísta. Vivendo uma fase boa, nova, em que tudo se encaixa perfeitamente e eu não preciso quebrar dois ou três vasos da minha sala. Sinto falta de algumas coisas, não nego. Mas passa rapidamente, justamente porque me lembro de como esssas coisas terminaram. Mais velha, mais séria? Ahn. Talvez, mas ainda adoro chuva, e o cheiro do mar. Penso em terminar logo a faculdade. Ter minha casa, ser mãe. Tenho tudo que sonhei,exatamente como eu sonhei acontecendo. Homem chato, inteligente, companheiro, carinhoso, protetor. Ok, perfeito. Falta algumas coisas para costurar. Falta pouco. Palavra com a letra I... Incompleta.
domingo, 1 de maio de 2011
Preciso escrever, escrever sobre você.
Eu, atualmente, tenho você como a coisa mais rara que encontrei nos últimos anos, talvez a mais rara que já encontrei em toda a minha vida. Nós temos milhares de planos, nome dos nossos futuros filhos, viagens até 2014. Cada momento parece que é grandioso demais para ser registrado. É silencioso, e mesmo sem dizer uma só palavra,consegue o milagre de me deixar muda. Opostos tão grandes que às vezes fico assustada. Porém, os mesmos gostos, livros, frio, filmes... Deixo registrado ....pelo menos aqui, que toda sua delicadeza e paciência, serão recompensadas com o resto da minha vida.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Nem toda perseguição é implacável, nem todo perseguidor é psicopata. Às vezes é mera observação. E das duas uma: ou você observa, ou se deixa observar. Ou ambos. Às vezes fingir que nada acontece é uma opção. Às vezes correr do perseguidor, só o faz correr mais rápido ainda atrás de você. Quando ouço passos atrás de mim, eu mantenho a calma e caminho o mais devagar possível. Afinal, o coelho branco sempre sou eu. A gata que ri também. Eu sumo e só fica o riso. E às vezes, nem isso.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Going under...
Now I will tell you what I've done for you
50 thousand tears I've cried
Screaming deceiving and bleeding for you
And you still won't hear me
(I'm going under)
Don't want your hand this time I'll save myself
Maybe I'll wake up for once
Not tormented daily defeated by you
Just when I thought I'd reached the bottom
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
I'm going under
Blurring and stirring the truth and the lies
So I don't know what's real and what's not
Always confusing the thoughts in my head
So I can't trust myself anymore
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
So go on and scream
Scream at me I'm so far away
I won't be broken again
I've got to breathe I can't keep going under
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
I'm going under
Going under
I'm going under
50 thousand tears I've cried
Screaming deceiving and bleeding for you
And you still won't hear me
(I'm going under)
Don't want your hand this time I'll save myself
Maybe I'll wake up for once
Not tormented daily defeated by you
Just when I thought I'd reached the bottom
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
I'm going under
Blurring and stirring the truth and the lies
So I don't know what's real and what's not
Always confusing the thoughts in my head
So I can't trust myself anymore
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
So go on and scream
Scream at me I'm so far away
I won't be broken again
I've got to breathe I can't keep going under
I'm dying again
I'm going under
Drowning in you
I'm falling forever
I've got to break through
I'm going under
Going under
I'm going under
domingo, 3 de abril de 2011
Não sou boa com números.
Com frases-feitas.
E com morais de história.
Gosto do que me tira o fôlego.
Venero o improvável.
Almejo o quase impossível.
Meu coração é livre, mesmo amando tanto.
Tenho um ritmo que me complica.
Uma vontade que não passa.
Uma palavra que nunca dorme.
Quer um bom desafio?
Experimente gostar de mim.
Não sou fácil.Quase nunca estou pra ninguém.
Mudo de humor conforme a lua.
Me irrito fácil.
Me desinteresso à toa.
Tenho o desassossego dentro da bolsa.
E um par de asas que nunca deixo.
Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo.
E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui.
Hoje, eu perdi um sonho.
E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir...
Mas não tem nada, não.
Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera.
E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.
Com frases-feitas.
E com morais de história.
Gosto do que me tira o fôlego.
Venero o improvável.
Almejo o quase impossível.
Meu coração é livre, mesmo amando tanto.
Tenho um ritmo que me complica.
Uma vontade que não passa.
Uma palavra que nunca dorme.
Quer um bom desafio?
Experimente gostar de mim.
Não sou fácil.Quase nunca estou pra ninguém.
Mudo de humor conforme a lua.
Me irrito fácil.
Me desinteresso à toa.
Tenho o desassossego dentro da bolsa.
E um par de asas que nunca deixo.
Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo.
E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui.
Hoje, eu perdi um sonho.
E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir...
Mas não tem nada, não.
Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera.
E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.
Imaginary.
I linger in the doorway
of alarm clock screaming monsters calling my name
let me stay
where the wind will whisper to me
where the raindrops as they're falling tell a story
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
don't say i'm out of touch
with this rampant chaos - your reality
i know well what lies beyond my sleeping refuge
the nightmare i built my own world to escape
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
swallowed up in the sound of my screaming
cannot cease for the fear of silent nights
oh how i long for the deep sleep dreaming
the goddess of imaginary light
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
of alarm clock screaming monsters calling my name
let me stay
where the wind will whisper to me
where the raindrops as they're falling tell a story
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
don't say i'm out of touch
with this rampant chaos - your reality
i know well what lies beyond my sleeping refuge
the nightmare i built my own world to escape
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
swallowed up in the sound of my screaming
cannot cease for the fear of silent nights
oh how i long for the deep sleep dreaming
the goddess of imaginary light
in my field of paper flowers
and candy clouds of lullaby
i lie inside myself for hours
and watch my purple sky fly over me
terça-feira, 29 de março de 2011
Hoje o sono custa a vir. Comecei a analisar tudo que vivi desde janeiro de 2010. E pude notar o que mudou de lugar por aqui. Entre amores e amigos, a Karen continua "praticamente" a mesma. Tirando algumas marcas,alguns diplomas de cursos sentimentais por correio, continuo a mesma. Perdi muitas pessoas, a maior parte porque tinha de ser. Me lembrei que podia ter evitado muitas decepções, que devia ter escutado meu sexto sentido que me avisou algumas vezes que eu estava seguindo a direção do desastre, mas eu sempre fui do tipo que prefere cair de cabeça, a pensar meses depois como teria sido. Eu tenho uma lealdade absurda com as pessoas, mesmo com aquelas que, talvez, nunca tenham retribuido, e é exatamente por isso que essa insônia me pegou. Não me arrependo de nada que fiz. E isso me deixa tão bem.
Tão firme de que nada poderia ter sido diferente do que hoje é. Alguns amei de menos, outros amei demais, mas era sempre eu. Em cada segundo, eu. Cumprindo minhas promessas, honrando meus sentimentos, me dedicando ao que eu acredito ser amor, ser amizade. Sei que o tempo passa e isso que me conforta. Eu vou me encaixar nessas lacunas, serei forte e decidida como sempre fui. Por mais que hoje eu me permita olhar para trás, e pedir um colo à autopiedade. O principal é que eu precisava agradecer. A quem me machucou, obrigada,precisava das cicatrizes. A quem me amou, obrigada, parte desse amor carrego comigo para onde vou. Hoje sou retalhos de amor e de dor que esse ano me causou, hoje eu estou inteira para alguém. Antes eu não me entregava, depois me entreguei demais. Hoje eu sei a medida exata para ser perfeito. Um futuro me espera,um amor me espera,uma vida me espera. E eu me permito viver tudo isso, porque só eu mesma posso decidir até onde posso chegar, e eu vou longe, me prometo... Idealizei pessoas, amei ideais, criei hérois, me permiti chorar. Cresci. Levantei, olhei pra mim, ri, continuo rindo. Meu orgulho é dizer que não decepcionei ninguém. Tive meus erros, errei na dose, mas sempre com muita honestidade.
Esses últimos anos ano eu sangrei, pedi desculpas, voltei atrás,coloquei vírgulas algumas vezes, rezei por mim. Desejei o fim. Mas estive em pé. Continuo em pé, por todos que estiveram do meu lado, e por quem ainda vai estar. Quero de coração que todos que estiveram comigo sejam felizes, mesmo que eu não deseje participar da felicidade de alguns deles. Mesmo que eu prefira nunca mais sentar na mesma mesa, nem dividir o mesmo olhar. Ainda assim desejo a felicidade, a paz, o caminho. A única coisa que posso lamentar foi a falta. A falta de coragem, de palavras, de sinceridade ,acompanhei de muitos esse comportamento. Mas eu vou me perdoar. Me perdoar por ter errado, me perdoar por ter amado, por ter sofrido, por ter sido boba. Ainda que nada disso faça sentido, eu sei que fui única para quem me dediquei, virão melhores, virão piores, mas como eu. Nunca mais.
Agora encosto minha cabeça no travesseiro, leve e sem culpa nenhuma, com a esperança renovada, para sonhar os mesmos sonhos de um ano atrás...
Tão firme de que nada poderia ter sido diferente do que hoje é. Alguns amei de menos, outros amei demais, mas era sempre eu. Em cada segundo, eu. Cumprindo minhas promessas, honrando meus sentimentos, me dedicando ao que eu acredito ser amor, ser amizade. Sei que o tempo passa e isso que me conforta. Eu vou me encaixar nessas lacunas, serei forte e decidida como sempre fui. Por mais que hoje eu me permita olhar para trás, e pedir um colo à autopiedade. O principal é que eu precisava agradecer. A quem me machucou, obrigada,precisava das cicatrizes. A quem me amou, obrigada, parte desse amor carrego comigo para onde vou. Hoje sou retalhos de amor e de dor que esse ano me causou, hoje eu estou inteira para alguém. Antes eu não me entregava, depois me entreguei demais. Hoje eu sei a medida exata para ser perfeito. Um futuro me espera,um amor me espera,uma vida me espera. E eu me permito viver tudo isso, porque só eu mesma posso decidir até onde posso chegar, e eu vou longe, me prometo... Idealizei pessoas, amei ideais, criei hérois, me permiti chorar. Cresci. Levantei, olhei pra mim, ri, continuo rindo. Meu orgulho é dizer que não decepcionei ninguém. Tive meus erros, errei na dose, mas sempre com muita honestidade.
Esses últimos anos ano eu sangrei, pedi desculpas, voltei atrás,coloquei vírgulas algumas vezes, rezei por mim. Desejei o fim. Mas estive em pé. Continuo em pé, por todos que estiveram do meu lado, e por quem ainda vai estar. Quero de coração que todos que estiveram comigo sejam felizes, mesmo que eu não deseje participar da felicidade de alguns deles. Mesmo que eu prefira nunca mais sentar na mesma mesa, nem dividir o mesmo olhar. Ainda assim desejo a felicidade, a paz, o caminho. A única coisa que posso lamentar foi a falta. A falta de coragem, de palavras, de sinceridade ,acompanhei de muitos esse comportamento. Mas eu vou me perdoar. Me perdoar por ter errado, me perdoar por ter amado, por ter sofrido, por ter sido boba. Ainda que nada disso faça sentido, eu sei que fui única para quem me dediquei, virão melhores, virão piores, mas como eu. Nunca mais.
Agora encosto minha cabeça no travesseiro, leve e sem culpa nenhuma, com a esperança renovada, para sonhar os mesmos sonhos de um ano atrás...
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