sábado, 27 de março de 2010

Pra onde se cai quando já se está no chão?

sexta-feira, 26 de março de 2010

Pensar nele..

. não era tão ruim assim, na verdade confortava meus pensamentos, o que me matava era a imagem repentina de que não mais o teria, e quando o visse meu coração dispararia querendo sair e voltar pro lugar onde deveria estar, junto do dele. Eu gostaria que pudesse ser assim com ele, um pensamento até egoísta, mas de imensa inocência. Eu ainda esperava pra tê-lo pra mim, mas se não o tivesse nunca mais, poderia viver sonhando enquanto a imagem de sua ausência não voltava e me carregava, me forçando a voltar pra realidade. Eu conseguirei esquecê-lo, espero que em breve, mas se demorar, vou tentar aos poucos esquecer seus doces olhos, sua voz reconfortante, seu sorriso deslumbrante, suas feições e linhas perfeitas.. Eu tentaria, se a dor que se apodera de mim com esse pensamento de não mais lembrar de suas características tão amáveis, não me consumisse tanto.Talvez me reste apenas abandonar essa esperança que tenho de tê-lo comigo novamente... Eu gostaria, eu tentaria e não o esperaria se ele não fizesse parte completamente de mim e se eu não soubesse que ele está lá fora, mesmo que não esperando por mim, eu agora continuaria presa em minha linha de raciocínio inconstante que me leva a acreditar que ele pode sentir minha falta e que eu não o perdi. Só me resta uma explicação, pra qual tenho várias teorias, sem acreditar em nenhuma... mas por Deus, por que amá-lo tanto assim?
Entre a dor e o nada, eu escolhi o nada.
Eu era como uma lua perdida — meu planeta havia sido destruído em algum desastre cataclísmico, um cenário de filme desolador — que continuava, ainda assim, girando ao redor da órbita apertada do buraco vazio deixado pra trás, ignorando as leis da gravidade

quinta-feira, 25 de março de 2010

O tempo passa.

Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada tique do relógio faz sua cabeça doer como se fosse um fluxo de sangue passando por uma ferida. Ele passa desigual, em estranhos solavancos e levando a calmaria embora, mas ele passa.



Mesmo pra mim.

quarta-feira, 24 de março de 2010

I will survive
Yeah
As Long as I know how to love,
I know I'll be alive
I've got all my life to live
I've got all my love to give
I will survive,
I will survive
Yeah, yeah

It took all the strength I had
Just not to fall apart
I'm trying hard to mend the pieces
Of my broken heart
And I spent oh so many nights
Just feeling sorry for myself
I used to cry,
But now I hold my head up high
And you see me
With somebody new
I'm not that stupid little person
Still in love with you
And so you thought you'd just drop by
And you expect me to be free
But now I'm saving all my lovin'
For someone who is lovin' me
“Não importa se somos fortes, traumas sempre deixam uma cicatriz. Seguem-nos até nossas casas, mudam nossas vidas. Traumas derrubam a todos, mas talvez essa seja a razão. Toda a dor, o medo, as idiotices. Talvez viver isso é que nos faz seguir adiante, é o que nos impulsiona. Talvez precisamos cair um pouco para levantar novamente.”

Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de
esquecer.."